Obras seguem até sexta-feira, atendem pontos considerados críticos pela Polícia Militar e somam investimento de R$ 321,3 mil
Nesta primeira etapa, estão sendo implantadas duas faixas elevadas na Avenida Felipe Schmidt Teve início nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, e segue até sexta-feira a implantação de nove faixas elevadas e quatro lombadas em Braço do Norte. As intervenções atendem solicitações da comunidade e tiveram os locais definidos após reunião com a Polícia Militar de Santa Catarina, levando em consideração pontos com maior risco e grande circulação de pedestres.
Nesta primeira etapa, estão sendo implantadas duas faixas elevadas na Avenida Felipe Schmidt, cinco na Avenida Jorge Lacerda e duas na Rua Paulo Guesser. Já as quatro lombadas estão sendo instaladas em duas vias no distrito de Pinheiral e duas na Rua João Bianchini.
A obra está sendo executada pelo CimAmurel (Consórcio Intermunicipal Multifinalitário da Associação de Municípios da Região de Laguna) e recebe investimento de R$ 321.339,59.
De acordo com a secretária adjunta de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Econômico, Simára Prá Pereira, parte das solicitações é antiga, mas somente agora pôde ser atendida.
“Essas demandas são antigas, mas só conseguimos viabilizar agora porque a usina de asfalto da Amurel ficou pronta no final do ano passado. E, como o CimAmurel atende vários municípios, não tem como fazer tudo de uma vez. Mesmo assim, Braço do Norte está entre os primeiros municípios contemplados”, explicou.
Enquanto parte da população comemorava o início das melhorias, o morador Ademir Matos Sarzana procurou a redação da Folha do Vale para manifestar insatisfação.
Ele relatou ter acompanhado, no mesmo dia, a implantação de dispositivos de redução de velocidade na Rua João Eloi Schmidt e na Rua Teodoro Bernardo Schlickmann, na área central do município.
Morador da Rua Ermelindo Eing, no bairro Bela Vista, Ademir afirma que já solicitou a instalação de lombada por duas vezes junto à prefeitura.
“Já fui duas vezes na Prefeitura solicitar uma lombada e não consigo. Por outro lado, vejo agora uma rua pequena, como a João Eloi Schmidt, recebendo uma lombada”, desabafa.

Segundo ele, a rua onde mora é bastante utilizada por crianças, principalmente no período de férias, e, por estar em declive, veículos transitam com frequência em alta velocidade.
A secretária adjunta esclarece que, neste caso, houve apenas uma coincidência de datas. Vai analisar o pedido e entrar em contato com o morador.
“Essas duas ruas citadas não estavam recebendo material do CimAmurel, mas sim de outra empresa. Elas foram pavimentadas recentemente e, dentro do projeto, já havia previsão de faixas elevadas, não de lombadas. Como as obras do consórcio aconteceram no mesmo dia, acabou gerando essa confusão”, explicou Simára.