Um gesto de sacrifício e esperança

Comerciante Roger de Oliveira, morador de Braço do Norte, relata experiência que passou de doar medula óssea

Recentemente, o comerciante Roger Virtuoso de Oliveira, de 44 anos, morador de Braço do Norte, passou dois dias internado em um hospital de Curitiba para um procedimento cirúrgico. O incômodo físico da situação era evidente. Mas, diferentemente das maioria dos internos daquele estabelecimento, Roger estava feliz, satisfeito. Pois ali estava para extrair e doar uma porção da sua medula óssea e, assim, dar esperança de vida a outra pessoa.

HÁ MAIS de 10 anos Roger é um frequente doador de sangue

De volta para casa e já em pleno exercício das suas atividades cotidianas, conta como foi essa experiência única.
Há mais de 10 anos, Roger é um frequente doador de sangue. Seu tipo sanguíneo, “O”, possui grande demanda pelas instituições hospitalares. Assim como a maioria dos doadores habituais, também permitiu que seus dados genéticos fossem cadastrados no Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea). Qual não foi a sua surpresa quando, no final do ano passado, recebeu a notícia de que haviam encontrado um receptor compatível, um portador de leucemia que precisava da sua medula.

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