sexta-feira, janeiro 15Diário online de Braço do Norte

Teimosia sem fim

E a teimosia e a falta de compreensão por parte da Administração Municipal de Santa Rosa de Lima, comandada pelo prefeito Salésio Wiemes (PT), não tem limites. Voltamos aqui a ter que comentar novamente sobre o fato da cessão de uso de parte de um terreno que pertence, até então, ao Centro Educacional Infantil Recanto Alegre, onde a prefeitura, sem se preocupar com a educação no presente e no futuro das crianças, vem, desde o final de 2018, tentando se desfazer de parte deste terreno. O objetivo da Administração é repassar este terreno para uma empresa local. A empresa, por sua vez, merece total apoio, e nenhum cidadão santarosalimense é contra isso. O que não se pode concordar é tirar o espaço da educação, quando existe vários outros terrenos, inclusive ali próximos que poderiam ser utilizados para tal finalidade.

“Carro na Frente dos Bois” 

O “carro na frente dos bois”, assim está sendo a pratica utilizada pela Administração, no episódio relacionado a cessão de uso do terreno em questão. O Executivo, verificando desde o início que a grande maioria da população é contra tal atitude tomada pelos “mandantes do município”, as inúmeras manifestações de pais, reuniões e manifestações dos vereadores, professores e inclusive com a promotoria pública, os argumentos sempre apresentados contra a tal atitude da administração, e os “mandantes autoritários do município” sem argumentos convincentes, estão sempre tentando burlar a ordem dos fatores, assim como se coloca o carro na frente dos bois. Mesmo com a lei uma vez aprovada de forma tendenciosa com erros propositalmente construídos para tal finalidade. Esta lei perdeu sua validade, pois tinha-se o prazo para início das obras dentro de um ano e isto não aconteceu. Um novo projeto de lei foi para a Câmara de Vereadores em meados deste ano, e quando a Administração viu que não seria aprovada, mandou, em uma nova manobra articulada por diversas mãos, ser retirada da pauta, e este foi devolvido ao Executivo. Mas, mesmo sem lei, na época já deram início à mudança do terreno, iniciando, então, a construção de um cercado fora do traçado original do mesmo, e sim onde a lei que não foi sequer para votação iria demarcar o “novo terreno”.

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Folha do Vale