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Sociedade dos smartphones

Por Robson Kindermann Sombrio

Perda de tempo andar em linha reta. Não existem linhas retas, círculos perfeitos. E nas subidas e descidas da vida que tudo acontece. Água e azeite, tão próximos e tão distantes. Estamos na época do entretenimento que gosta de inventar moda. Para atingir nossos sentidos. Ironicamente, o que um político tem a dizer sobre a arte? O que um artista tem a dizer sobre política? O que o esporte tem a dizer sobre a política? O que um atleta tem a dizer sobre religião? Tudo tão próximo e tão distante. Num intervalo e outro surgem pensamentos, e eu resolvi escrever.
Sociedade. Sociedade dos smartphone. (aquele da maçã pela metade, ou seja, mordida) Transformou-se rapidamente em símbolo de riqueza. É o preferido de quem tem (ou acha que tem grana). A empresa, logicamente, conquistou por competência e méritos próprios. Objetivos e subjetivos. Física e espiritualmente. Símbolo da maçã foi uma empresa que deu certo, e que bom. Os smartphone iguais mais diferentes. Todos tentamos ser iguais, depois tentamos ser diferentes. Lembrei de Freud (psicanalista), como grande poeta e escritor. Sempre da pano pra manga, na mesa do bar ou na sala de aula.

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