sexta-feira, janeiro 22Diário online de Braço do Norte

Prefeito de RF decreta situação de emergência

Várias localidades do município foram afetadas pelo temporal do último dia 12 de janeiro. Prejuízo ultrapassa R$ R$ 2 milhões

Depois de Grão-Pará, o município de Rio Fortuna também decreta situação de emergência, devido aos estragos causados pela forte chuva do último dia 12 de janeiro. A medida foi tomada pelo prefeito Lindomar Ballmann. No município os principais problemas causados pelas chuvas foram em pontes que foram completamente arrastadas pelas correntezas.
Conforme o prefeito as localidades mais atingidas foram Boa Vista, Serrinha, Alto Rio Pequeno, Rio Areão, Bracinho do Rio dos Bugres, Rio dos Bugres e Barra do Rio Chapéu. Os prejuízos de acordo com Lindomar, ultrapassam os R$ R$ 2 milhões. “Foram muitos os estragos, várias pontes foram arrancadas e muitas estradas estão danificadas, além dos prejuízos na agricultura, que afeta diretamente os produtores, foram muitos danos aos nossos agricultores, principalmente nas margens do rio”, lamenta o prefeito.
Conforme Lindomar já foi finalizado o relatório de todos os estragos. “Agora estamos aguardando a homologação por parte da Defesa Civil e Estadual, e o reconhecimento por parte Defesa Civil Nacional. A nossa expectativa é que o mais breve possível seja reconhecido, para que possamos pleitear os recursos, principalmente junto ao Governo Federal, para iniciar a reconstrução das pontes o quantos antes”, destaca o prefeito.
De acordo com Lindomar ações emergenciais já estão sendo realizadas pelo município. “Ontem iniciamos a recuperação da ponte baixa, na comunidade do Alto Rio Pequeno, que teve a sua cabeceira arrancada, estamos fazendo um trabalho paliativo para que os moradores possam passar, além disso, também está sendo elaborado um projeto de recuperação pela Amurel, da ponte do Rio Areão, no qual pretendemos realizar uma obra nesse primeiro momento, para que essa ponte que está com trânsito de veículo leve, possa ser recuperada e o trânsito possa ser liberado normalmente o mais breve possível. E as demais pontes precisamos do aporte financeiro para iniciar a recuperação”, explica Lindomar.

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Folha do Vale