Imobiliária Volpato completa 15 anos

Empresa de São Ludgero oferece desde a venda do imóvel, a execução do projeto e financiamento

 

O Top de Mídia que será entregue na próxima sexta-feira, 23 de agosto, para os mais lembrados de São Ludgero leva o nome da Imobiliária Volpato que, este ano, completa 15 anos de história.

O Café da Folha ouviu esta semana o proprietário da empresa, Emir Volpato, sua filha, a arquiteta Priscila e o seu filho, o engenheiro Evandro, que estão à frente da Volpato Arquitetura e Engenharia funcionando junto com a imobiliária, na Rua Princesa Isabel, n° 99, no Centro de São Ludgero.

Saboreando o Café da Folha, oferecido pela Panificadora Philippi, a família Volpato contou um pouquinho da trajetória da imobiliária mais prestigiada da cidade.

 

FAMÍLIA Volpato participa do Café da Folha desta semana

 

Conte um pouquinho sobre o início de sua vida. Quem é Emir Volpato?

Emir – Nasci em 4 de maio de 1961, na localidade de Rio das Furnas, em Orleans, onde permaneci na casa dos pais e avós até os 10 anos. Em 1971 fui para o Seminário São José, de Orleans, onde fiquei até a enchente de março de 1974. Devido a destruição provocada em toda a região, voltei ao Rio das Furnas para ajudar meus pais na lavoura de fumo. Lembro que eram tempos difíceis, por exemplo, somente em 1978 que chegou a energia onde morávamos.

Como despertou em você a veia comercial?

Emir – Meu pai, José Cipriano Volpato (em memória), antes de eu completar 14 anos, adquiriu um armazém em Rio das Furnas, próximo ao campo de futebol. Durante a semana trabalhava na lavoura de fumo pela manhã e à tarde estudava em Orleans, já nos finais de semanas ajudava meu pai na mercearia e bar. Quando tinha jogos de futebol eu ia para o campo vender picolé, acho que foi ali que começou este desejo de trabalhar com vendas. Logo após concluir o ensino regular decidi que queria cursar os três anos do curso de antigo Comércio que dava habilitação de Técnico em Contabilidade.

Você foi funcionário de carreira do antigo Besc?

Emir – Sim, prestei concurso e ingressei em 13 de agosto de 1982 no Banco do Estado de Santa Catarina, onde permaneci por 24 anos. Mesmo trabalhando no Besc, não deixei de continuar a ajudar meus pais na lavoura, até 1984. Lembro bem que um ano depois de começar no Banco, conheci a minha esposa, Maria Judite Matei Volpato, com quem casei em 1985 e fui morar em São Ludgero, para onde fui transferido.

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