Aulas gratuitas começaram no bairro Rio Bonito e seguem com inscrições abertas mediante doação de alimentos
Cerca de 100 pessoas já começaram a participar do projeto de dança gaúcha em Braço do Norte Teve início na noite desta terça-feira, 24 de março, em Braço do Norte, o projeto de aulas gratuitas de dança tradicional gaúcha, reunindo a comunidade em torno da cultura, do lazer e da integração social. Já no primeiro dia, a iniciativa registrou grande adesão, com cerca de 100 inscritos no Centro Comunitário do bairro Rio Bonito.
A proposta busca valorizar as tradições do Sul do Brasil, especialmente as danças típicas gaúchas, que fazem parte da identidade cultural da região. Além disso, o projeto promove um ambiente de convivência entre diferentes gerações, incentivando a participação de crianças, jovens, adultos e idosos.
As aulas seguem nas próximas semanas e continuam com inscrições abertas diretamente no local. Para participar, basta realizar a inscrição mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, gesto que também fortalece o caráter solidário da ação.
O prefeito Lauro Boeing Junior destacou o impacto social da iniciativa. “É muito gratificante ver a comunidade participando e se envolvendo nas ações da prefeitura. A cultura também transforma vidas, aproxima as pessoas e fortalece a identidade do nosso município”, afirmou.
Já o coordenador do Departamento de Cultura, Allan Nazario, ressaltou o sucesso logo na primeira noite. “Ficamos muito felizes com a procura já no primeiro dia. Isso mostra o interesse da população pela cultura. Nossa proposta é proporcionar um espaço acolhedor, de aprendizado e convivência”, destacou.
A dança tradicional gaúcha, com ritmos como vaneira, xote e chamamé, vai além da expressão artística: é uma forma de preservar costumes, contar histórias e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural.
Com a iniciativa, o município reforça seu compromisso com o acesso à cultura, à inclusão social e à promoção do bem-estar da população, criando oportunidades gratuitas que estimulam não apenas o aprendizado, mas também a convivência e a solidariedade.