Entre promessas

Por Robson Kindermann Sombrio

Eu quis entender o inexplicável, sentir o que não faz sentido. Outro dia, um amigo de longa data se referiu a mim como “farinha do mesmo saco”. E ri da expressão, orgulhoso de ser parecido.Mas eu não prometi assar um cordeiro para ver a turma reunida. Cerveja a gente leva, só não entendi até hoje porque ele não traz esse maldito cordeiro. Porém, em se tratando de amizades, felicidades é reunir a turma. São essas coisas que trazem fomento a vida, de qualquer um de nós. E que à vida nos pede ânimos todos os dias. Precisamos de quem ajude a lapidar nossas arestas e arredondar nossos cantos e nossas esquinas.

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