sábado, fevereiro 27Diário online de Braço do Norte

Edição 1595 – 28 de junho

Plantão nas farmácias 1

Proprietários dos 26 estabelecimentos farmacêuticos de Braço do Norte foram convidados pela vereadora Arlete Ramos (Progressitas) para uma reunião na quinta-feira, na sede do Poder Legislativo. Um grupo de farmácias é favorável tornar livre o horário para o funcionamento de cada estabelecimento. Outro defende que o plantão 24 horas, por escala dupla de farmácias, como é realizado atualmente, ainda é a melhor solução para evitar que a cidade fique sem nenhuma plantonista. Alegam que se liberar, não haverá nenhuma farmácia capaz de manter todos os dias, 24 horas, suas portas abertas. Temem voltar o que aconteceu em um passado recente em que o município ficou sem plantão farmacêutico.

Plantão nas farmácias 2

A maior reclamação, no momento, é quanto ao descaso de algumas farmácias que não respeitam o seu dia de plantão. Fecham suas portas depois das 22 horas e só retomam no outro dia pela manhã, prejudicando quem precisa de um medicamento e desrespeitando o acordo com as demais farmácias. Como não há fiscalização do cumprimento da escala, a história se repete com frequência. Só não é pior porque são duas farmácias de plantão por dia.

Convite

Prefeito Beto Marcelino passa a integrar a Comissão Provisória da Executiva Estadual do PSD. O convite foi feito na quarta-feira pelo deputado estadual Júlio Garcia, presidente da Assembleia Legislativa, e aceito pelo prefeito de Braço do Norte, que passa a ser um representante do Sul na Executiva do PSD. A Comissão tem 24 membros e é formada, na sua maioria, pelas lideranças estaduais e tem como presidente Milton Hobus, deputado por Rio do Sul.

Recurso 1

Um manifesto está sendo convocado pelas redes sociais para 08 de julho, segunda-feira, às 19 horas na Câmara de Vereadores de Gravatal. Tudo porque a Câmara de Vereadores ainda não colocou em votação o Projeto de Lei 021/2019 que aprova o município contrair um financiamento de R$ 5 milhões para investimentos, em sua maioria, em obras de infraestrutura. Serão pavimentações, construções de pontes e até compra de abrigos para passageiros em todos os bairros. Este valor, depois de liberado, terá dois anos de carência para pagar, e serão quitados em 96 meses de parcelas fixas de juros de 4,92% ao ano, mais a inflação. Por um lado, estão aqueles que defendem a liberação rápida deste valor, do outro estão aqueles que conhecem a situação financeira da Prefeitura e de quem vai administrar este recurso.

Recurso 2

Gravatal tem um histórico nada feliz de trato com o recurso público, principalmente aqueles oriundos de fundo perdido, vindos do Governo Federal. Uma consulta rápida a estes processos é possível entender como foram negligenciados. Há diversas obras que não foram concluídas em Gravatal e há questionamentos pelo uso duvidoso destas verbas. Se não deram conta de gerir os recursos que vinham “gratuitamente” ao município, imagina agora que é um financiamento. Como está a situação da Prefeitura? As contas estão em dia? Claro que, se aprovada a liberação deste dinheiro, é uma situação para o futuro prefeito resolver, já que a primeira parcela vencerá somente daqui dois anos e serão oito anos de parcelamento. Certamente o próximo prefeito, não quer esta fatura para as suas contas. Se o atual em dois anos em meio não teve capacidade de liberar recursos e de começar as obras, não será em um ano e meio que vai investir R$ 5 milhões na cidade.

Charge do César

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Folha do Vale