terça-feira, janeiro 19Diário online de Braço do Norte

Cresce a busca por mais conforto no lar

Os passatempos dos brasileiros mudaram. Impossibilitados de ir a uma festa, bares e, de certa forma, até restaurantes por conta da pandemia do novo coronavírus, as pessoas passam mais tempo em casa. Assim, também dão mais atenção aos pequenos reparos e à decoração do ambiente. Quem passou a trabalhar em home office e não tinha um espaço adequado, tratou de montar um.

Esta nova vida, ainda que imposta por uma questão grave de saúde, fez com que muitas pessoas prestassem mais atenção à casa. Gastar com um sofá mais confortável deixou de ser luxo. Agora é um investimento assertivo para morar bem.

Não por acaso, lojas de materiais de construção, móveis e eletrodomésticos apresentaram um crescimento nas vendas durante a pandemia. E o mercado segue aquecido agora. Um exemplo é a Casa Jeovane. Tradicional comércio de venda de móveis, decoração e eletrodomésticos em Braço do Norte e São Ludgero. De maneira criativa, a empresa tirou o foco da crise e empenhou esforço em buscar meios de atravessar o momento adverso.

“Percebemos que o bem-estar também está ligado à saúde. Com as pessoas mais em casa e dando mais valor para o conforto e para a família, a procura por maneiras de renovar a casa, especialmente os espaços comuns, aumentou”, destaca o empresário Genoir Bruning, proprietário e gerente da Casa Jeovane de Braço do Norte.

Para atender este público, a empresa passou a desenvolver uma série de campanhas promocionais. A estratégia deu certo: a loja vende, os funcionários seguem empregados, a economia circula. “As vendas melhoraram em relação ao começo da pandemia. Acredito que isso se deve ao fato de que as pessoas estão mais confiantes em relação à segurança sanitária e a retomada da economia e geração de emprego na nossa região”, valoriza Genoir.
A balconista Maria Aparecida Schmitz Duarte quem o diga. Ela apostou no momento de maior estabilidade econômica e as facilidades oferecidas pela loja para repaginar a casa e deixar tudo mais confortável. “Tenho minha mãe acamada há 14 anos. Então aproveitei para comprar um colchão e uma poltrona para ela sentar e ter maior qualidade de vida. Também compramos alguns eletrodomésticos, tudo com o objetivo de dar maior conforto para a família, pois estamos mais tempo em casa”, enumera a moradora do bairro União, em Braço do Norte.

Fundada há quase 50 anos, a Casa Jeovane é destaque pelo grande mix de produtos de alta qualidade e padrão, pelo atendimento e pelo pós-venda. As entregas e montagens dos móveis são feitos pela própria loja, de maneira gratuita e rápida para todo o Vale. Na pandemia, o atendimento também ocorre por WhatsApp. A poltrona da Maria Aparecida foi comprada assim: “Achei ótimo. Eles mandam todas as opções, fotos, valores, detalhes dos produtos. Escolhi o que queria e depois só fui acertar na loja”, elogia.
E para quem gosta de promoção, fica a dica: até o dia 12 deste mês a Casa Jeovane está com a campanha ‘Quinzena da Sala’. Sofás, painéis, estofados, estantes, linha de eletros e decoração estão com valores mais acessíveis do que nunca.

Serviço

Aproveite a oportunidade e leve mais conforto para o seu lar. A Casa Jeovane está em:

Braço do Norte
Endereço: avenida Felipe Schmidt, 1935, Centro.
Telefone: (48) 3658-6209
48 99906-7777

São Ludgero
Endereço: rua Padre Roher, 154, Centro
Telefone: (48) 3657-1149
48 9989-0888

Diversidade de negócios facilita a recuperação econômica

A maior segurança sanitária de Braço do norte e na região do Vale fez com que a população enxergasse uma luz no fim do túnel criado pela Covid-19. Além de ser destaque na recuperação de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus, Braço do Norte também é o município com o maior índice de criação de novas vagas de emprego nos dois últimos meses.

Para o presidente da Associação Empresarial de Braço do Norte (Acivale), Evaldo Niehues Junior, a recuperação econômica da região é evidente e se deve, principalmente, à diversificação de negócios. “Temos uma indústria muito forte que vai desde o agronegócio até o ramo metalomecânico, de tecnologia, produção de alimentos, como os laticínios e frigoríficos, madeira e muitos outros. Essa diversificação econômica é uma bênção e é o que nos tira no buraco quando qualquer crise bate”, valoriza o empresário. Com a pandemia, a crise instalou-se em praticamente todos os setores. Em alguns com mais força, em alguns com menos.


“O setor de produção de alimentos não foi tão afetado quanto o comércio, por exemplo. Novamente preciso repetir: a diversidade econômica de Braço do Norte do Vale nos colocou em outro patamar de recuperação de todos os segmentos, que está sendo mais rápida e forte do que em outras regiões do sul catarinense”, explica o presidente. E se um segmento está bem, os outros pegam carona. A indústria vende, o comércio vende, todos empregam e a economia gira e se torna pujante.

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Folha do Vale