Compre Local é aplicativo que promete ajudar os pequenos

Confira a coluna de Empreendedorismo por Michell Sombrio

Uma ferramenta tecnologia desenvolvida pela empresa Stone, consegue aproximar as empresas locais com consumidor de sua cidade. O aplicativo Compre Local, você pode encontrar estabelecimentos em seu bairro, dividido por categorias, como alimentação, serviços, vestuário, entre outros. Para utilizar, o comerciante precisa baixar o aplicativo e se cadastrar na plataforma, quando o usuário buscar qualquer serviço dentro da sua localidade, ele vai encontrar o seu estabelecimento. No App, o consumidor pode fazer pedidos, consultar preços e até enviar mensagens para tirar dúvidas sobre produtos.

Fica a dica para todos os comerciantes de Braço do Norte, quem sabe a campanha de apoio ao comércio local, possa ganhar mais força com essa ferramenta.

Acesse lá, www.cuidedopequenonegocio.com.br.

Pronampe

O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Programa de Apoio à Micro e Pequenas Empresas, o Pronampe. Este Programa foi elaborado e proposto pelo senador catarinense Jorginho Melo para auxiliar as micro e pequenas empresas neste momento de crise. O projeto vai disponibilizar crédito para as micro e pequenas empresas, com 36 meses para pagar e com taxa de juros anual o percentual da taxa Selic mais 1,5%. Com a taxa Selic de 3%, podendo chegar a 2,5 no próximo mês, a taxa de juros do financiamento ficará em 4%, uma taxa muito atrativa.

Os bancos como, do Brasil, Caixa, cooperativas de créditos, poderão se habilitar para liberar o financiamento, que deverá ser feito com dinheiro deles próprios. O governo criou um Fundo Garantidor, que caso o empresário deixe de pagar o financiamento o Fundo repassara 85% do valor financiado ao banco, na prática o governo está sendo fiador do seu empréstimo.

Pronampe 2

Quem tem direito? As microempresas, que faturam até R$ 360 mil por ano, ou as pequenas empresas, que faturam de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões por ano.

O valor de cada empréstimo será limitado a 30% do faturamento bruto do ano anterior, então se você faturou R$ 120 mil, poderá financiar R$ 36 mil.

Caso sua empresa não tenha um ano de vida, poderá ser feito um cálculo da média de faturamento, ou pegar o valor igual a 50% do capital social da empresa.

O presidente vetou alguns itens do projeto, a carência de 8 meses para começar a pagar e também vetou o artigo que liberava empresas negativadas para buscar o crédito.

São dois itens que devem ser discutidos e repensados, pois muitas empresas precisam da carência, nem que seja pelo menos 3 meses até a empresa voltar a girar seu caixa.

Já a questão de empresas negativadas, vejo que poderia ser avaliado outro critério, para não ser conivente com o “caloteiro”, mas sim apoiar quem está em dificuldades agora. Como por exemplo, liberar as empresas que entraram no SPC ou Serasa durante a crise, já que algumas optaram a pagar os funcionários e suas rescisões do que fornecedores.

Espero que este programa seja efetivo na ajuda para as empresas e que os bancos facilitem o crédito, não adianta lançar programas que poucos conseguem acessar, como vem acontecendo no Estado e no Governo Federal.


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