Seis anos

Por Robson Kindermann Sombrio Não lembro momento exato que aprendi a andar de bicicleta sem as rodinhas laterais. Já o Heitor, ganhou sua bicicleta sem pedal aos dois anos de idade. Quando pegou a bicicleta da irmã mais velha, no primeiro dia já começou andar sem ajuda de ninguém. Lembrei dele agora, na semana que completará seus seis anos. É um momento em que ele chuta a bola mais de 500 vezes dentro de casa,…

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É da natureza da vida parar de doer

Por Robson Kindermann Sombrio A gente tem que aprender a lidar com a tristeza e mágoas recorrentes de uma vida que expõe e impõe esses sentimentos. Isso acontece em uma separação, em uma demissão e em outros momentos que não lembro agora. É quase impossível passar pela vida e não experimentar esses sentimentos. E a dor é a fragilidade experimentada em algo que não dá pra fazer nada. Se não, aceitar a vida do jeito…

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Uma música

Por Robson Kindermann Sombrio Estava tentando lembrar de uma canção de um grupo ou músico que pudesse representar a nossa história de casal: Alanis Morissette, Coldplay… A trilha sonora da nossa vida é vasta demais. Eu progredi. Perto do fim de um curso onde estudo espiritualidade, mais conectado estou vivendo. Mais sensível também. “Olhe como as estrelas brilham para você, para tudo o que você faz”. É que nossos filmes ficaram reduzidos a desenhos na…

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Sob a pressa, vá devagar

Por Robson Kindermann Sombrio A semana tem passado depressa. Na verdade os dias passam muito rápidos, segunda-feira, quando damos por conta, já é sexta-feira de novo. Quando percebemos já é fim de semana, fim do mês, fim do ano… Corremos atrás do tempo, no entanto o tempo se perde nas horas trabalhadas, nos momentos de casa ao trabalho. Com celulares nas mãos queremos ser o primeiro a ler as notícias, as fofocas, entender as divergências….

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Males Humanos

Por Robson Kindermann Sombrio Por muito tempo pensei, escrevi e disse. Que os males humanos foram sempre os mesmos. É que a loucura toda da vida moderna já contamina nosso café da manhã. Abro site da globo.com para ver as notícias e o que vejo? “Polícia identifica 23 vítimas mortas por milícia”. Parei de ler quando dizia que um dos suspeitos de liderar a milícia é vereador eleito, ex-secretário Defesa Civil. Leio também a notícia…

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Tudo influência

Por Robson Kindermann Sombrio Tudo influência. Tenho evitado noticiário ou assuntos que, entre aspas, “não importam”. Eram 7 horas da manhã, saí cedo de casa para ir até padaria, escuto uma discussão entre pintor e pedreiro, não tinha nada a ver comigo, até ali eu estava bem, antes de ter presenciado uma discussão. Depois disso, não fiquei bem. Precisei me concentrar, pensar e sentir que a bronca não era minha. Logo sento para escrever meus…

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A arte de ler

Por Robson Kindermann Sombrio Meu pai sempre dizia que a leitura deixa a pessoa mais inteligente. E insistia para que eu pegasse um livro e lesse. Tenho aprendido que escrever é uma arte. Pintar uma tela é uma arte. Cinema é arte, música é arte, teatro é arte… Muitos não gostam de nada disso e outros adoram. Despejam uma boa parte do tempo nestas atividades. Por isso, assim como meu pai, muitas pessoas defendem a…

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A nossa casa

Por Robson Kindermann Sombrio Os melhores momentos da vida a gente vive dentro de casa, com a família. No entanto, estou falando daquelas pessoas que tem um endereço digno, seja seu ou alugado. Pode ser aquelas casas enormes, com pé direito alto, ou quarto-sala-cozinha. A casa é a metáfora da nossa vida, é a representação exata e fiel do nosso mundo interior. A roupa que mais veste bem e o pijama, pantufa e um bom…

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Alzheimer Cultural

Por Walber Gonçalves de Souza Professor A lembrança das labaredas ainda está na mente, mesmo à distância e pela TV a triste cena da destruição do Museu Nacional, localizado no Rio de Janeiro, insiste em provocar um sentimento de raiva, revolta e tristeza. Ver a memória se apagando aos poucos deveria ser um motivo de preocupação, mas no Brasil, infelizmente, não parece ser o caso  Tenho tentado achar uma explicação, um jeito de provocar uma…

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O jovem, a sombra e o banquinho

Por Walber Gonçalves de Souza Professor Ele sempre era o primeiro a chegar e o último a sair. Todos os dias, com raríssimas exceções, por volta das 14 horas e brincando com todos que deparava pelo caminho o jovem se aproximava do seu destino, que nada mais era do que uma pequena sombra que escondia um banco de madeira em formato de L. Por ali ele ficava até que aos poucos, sem muita demora, estava…

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