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Amigos das Antigas celebram a amizade

Galera que se reunia na Primus, em Braço do Norte, realiza o primeiro encontro neste sábado, 04 de maio, na Cervejaria Biertal

Até quando uma amizade pode durar? Você já imaginou depois de mais de 20 anos, poder reencontrar os seus amigos? A saudade dos velhos companheiros levou um grupo de Braço do Norte a tentar juntar sua turma novamente. Neste sábado, 04 de maio, acontece o primeiro encontro dos “Amigos das Antigas”, na Cervejaria Biertal. O reencontro irá reunir aproximadamente 100 amigos que se conheceram na Primus, o ponto de encontro da galera nos anos 90 e 2000.

A ideia de reunir os amigos, começou através de um grupo criado no Whatsapp, idealizado por Alessandro Uliano, o “Giba”. “Em pouco tempo o grupo já estava com mais de 100 pessoas. Todos que estão ali possuem alguma história pra contar sobre aquele tempo, com certeza nesse encontro vamos nos divertir muito e relembrar vários momentos que marcaram a nossa juventude”.
Proprietário da Primus na época, Jeferson Uliano, o “Jeff”, está ansioso com o encontro e recorda com carinho daquele tempo. “A Primus na verdade marcou história com a juventude em Braço do Norte e região. Era um ponto de encontro da galera. Era um tempo onde todos se conheciam. Sem medo de errar foi um momento marcante pra todos que lá passavam. Nossa intenção era cuidar e atender bem a todos que lá chegavam”, relembra Jeff.
Conforme Gelson Cláudio Neto, o “Zé Barraca”, a turma era muito unida, mas que acabou se afastando com o passar do tempo. “A Primus sempre traz boas lembranças para toda a nossa geração, era o nosso ponto de referência, nos encontrávamos ali para decidirmos o que fazer. Era dali que partíamos para as festas. Depois que surgiu a Dancing Days, ali era o ponto de concentração da galera, fizemos muitas amizades. Não vejo a hora de rever essa turma”, revela Gelson.
Segundo Robson Sombrio o objetivo do encontro é relembrar os momentos vividos juntos, trocar experiências e matar as saudades. “Esperávamos o fim de semana para nos encontrar, sentar na calçada, comer um x-salada, conversar. Uma banqueta e a porta aberta do carro, ouvindo música, bastava para ali estar a galera reunida. Fomos muito felizes naquela época, estou ansioso para poder colocar o papo em dia com essa turma”.

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Folha do Vale