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Acivale e CDL têm posição contrária

A Associação Empresarial da cidade (Acivale) e Câmara de Dirigente Lojistas (CDL) de Braço do Norte emitiram uma nota de repúdio após o anúncio de lockdown emitido pelo Comitê Extraordinário Regional de Acompanhamento à Covid-19 da Amurel.
Ambas entidades representativas argumentam que o ônus para o setor produtivo das cidades será insuperável, sem contar que o abre e fecha faz com que o consumidor passe a ter cada vez menos confiança na economia local.
Isso, inclusive, é evidenciado nas ruas. Em Braço do Norte, por exemplo, o movimento nas lojas e prestadores de serviço era pequeno nesta quinta-feira pela manhã. Muito diferente do observado no início da semana.
Presidente da CDL, o empresário Túlio Uliano Demay questiona o embasamento científico da medida da Amurel. “A recomendação não menciona solução para os problemas de saúde, o que ratifica a sua ineficiência”, disse em nota aberta.
Ao reforçar o compromisso com a saúde e bem-estar de todos, o presidente da Acivale, Evaldo Niehues Jr, lembra que o comércio segue as medidas de segurança impostas pelo poder público desde o início da pandemia.
“O empresário está ciente do problema. Tanto que conseguimos manter todos os estabelecimentos abertos. Uns com mais restrições outros com menos, mas todos abertos.
Entendemos que, no momento delicado pelo qual estamos passando, onde o sistema de saúde está entrando em colapso pela falta de leitos de UTI. Não podemos nos omitir. Precisamos agir para mudar essa situação”, posiciona-se.
Para ele, o uso de máscara, o distanciamento adequado e a higienização constante das mãos e dos ambientes são medidas necessários e que podem auxiliar no combate ao novo coronavírus.

Manifesto foi publicado na tarde de quarta-feira após a realização de entrevista coletiva

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Folha do Vale