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A vida e a morte e suas reflexões

Por Robson Kindermann Sombrio

Abusca por um sentido, uma razão de viver, sempre foi uma questão da grande maioria dos seres humanos. “Qual minha missão?”, “O que vim fazer aqui?” e “Qual o sentido disso tudo?”, são algumas das corriqueiras perguntas que permeiam nossa mente. Nesta última segunda-feira, à noite, fui convidado por um amigo a pensar e discutir em grupo um tema muito interessante: “A vida, a morte e as suas reflexões”. Viemos para evoluir espiritualmente, para que as nossas imperfeições sejam corrigidas. E que a gente possa ser um melhor pai, um melhor filho, um melhor marido ou esposa. Essas correções a gente não consegue fazer quando estamos no plano astral.
Muitas pessoas são ou tem como características “principal” muita mágoa, raiva, ódio, inveja, outras que só pensam nos fatos negativos da vida. Assim, não percebem que isso são “gatilhos” que aparecem exatamente para a gente evoluir. Tem gente que ainda está preso ao passado (tem muito disso ainda). O fato é que, novamente na história da humanidade, fatores materiais e espirituais estão mudando. Eu sei, as pessoas estão buscando um sentido para a vida. E a espiritualidade está em destaque. Esse é um papel muito importante para nossa sociedade. Cada vez mais as pessoas estão se reunindo em grupos para entender isso.
Escrevendo sobre espiritualidade e a nossa personalidade, chego à seguinte conclusão: o grau de entendimento de uma pessoa depende mais da sua personalidade, do seu caráter, do que a crença religiosa. Peço que não acreditem no que estou escrevendo, analisem, vivenciem e, quem sabe, pratiquem. Somente depois você construa sua própria opinião. Porque o que vale é a certeza íntima de cada um. Desta forma, o aprendizado tem valor. Esta forma de viver uma experiência é a única forma que temos de não sermos manipulados. Entendo e escrevo sem medo de errar. Estamos caminhando para ter dentro de si uma espiritualidade e, com essa espiritualidade, a arte de curar.
As pessoas estão procurando um sentido mais amplo. O que nos resta é entrar nessa trajetória. Por fim, a vida material é transitória. Hoje, se você está lendo, você está em um mundo em que pode aprender pela prática. Testando, acertando e errando. Mas, aprendemos, mesmo, são com os erros. Eu experimento essa vida tentando acertar sempre. Mas, eu sou compreensível com meus erros. E, quando a gente erra, podemos corrigir sempre. É a vida. Ela dá certo e errado.

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