20 anos de Acolhida na Colônia

Um projeto que nasceu pequenininho, foi crescendo, ganhando forças e hoje já caminha bem, e que tem mudado a vida de inúmeras famílias, assim podemos dizer que é o projeto da Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, que começou há 20 anos em Santa Rosa de Lima, e ganha a cada dia mais adeptos, ao se espalhar pelos municípios de Santa Catarina, e também já com alguma experiência em outros estados. Um projeto pioneiro e desafiador, proposto lá no ano de 1999, pela então estudante de agronomia na época, da Universidade Federal de Santa Catarina, Taise Guzzatti, e que contou com apoio e coragem dos pequenos agricultores de Santa Rosa. Nestes 20 anos, a associação já ganhou diversos prêmios no Brasil, sendo reconhecida internacionalmente.

Seminário de Agroturismo

Em comemoração aos 20 anos de fundação da Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, neste sábado e domingo, acontece em Santa Rosa de Lima o 2º Congresso Estadual de Agroturismo. O evento busca fortalecer cada vez mais a pratica do agroturismo, como fonte de renda para as famílias, e ao mesmo tempo busca um desenvolvimento através de práticas as quais preservam o nosso meio ambiente. O evento, que acontece do salão de festas do município, conta com palestras, oficinas, workshops, homenagens, e atividades culturais, e tem por público alvo, agricultores da Acolhida da Colônia e interessados em conhecer a associação e suas iniciativas, técnicos, multiplicadores, apoiadores e amigos da Associação Acolhida na Colônia.

Terreno Escolar

E a novela parece não ter fim, e o assunto sessão de uso de uma parte do terreno que até hoje pertence a área escolar do Centro Educacional Infantil Recanto Alegre, volta a ser pauta no município. Já é de conhecimento de todos, da luta enfrentada por pais, alunos, entidades, e população de Santa Rosa de Lima, sendo contraria ao ato de sessão de uso de parte do terreno, para uma empresa particular. Foram inúmeras as tratativas tentadas por parte de uma comissão formada por pais e professores, contando com o apoio de alguns vereadores, junto a administração municipal, para tentar sensibilizar o prefeito Salésio Wiemes (PT), para que este buscasse outra alternativa, e que o terreno que a mais de 20 anos é destinado como área escolar assim permaneça.

Terreno Escolar II

O fato é que a lei aprovada em 2018 perdeu sua validade, pois decorrido um ano do prazo para a instalação da referida empresa, esta não se instalou no local, sendo assim perdeu legalmente o direito de uso sobre aquele terreno. Mas, a teimosia da Administração Municipal, fez com que o prefeito Salésio Wiemes (PT), determinasse a construção do cercado, e assim já foi feito, subtraindo aquela área do espaço escolar. Agora o prefeito enviou novo projeto de lei à Câmara de Vereadores, para que seja aprovada novamente a sessão de uso daquele terreno por uma empresa particular, e que esta tenha novamente o prazo de um ano para se instalar. O projeto de lei está em tramitação na Casa Legislativa, e deve estar em pauta para votação na próxima sessão que ocorrerá na terça-feira.


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