“Em nenhum momento eu invadi a igreja”, diz Alex

Alexssander da Cunha, o “Alex da Dina”, procurou a reportagem da Folha para contar a sua versão sobre a sua prisão no dia 19 de fevereiro

O braçonortense Alexssander da Cunha, o “Alex da Dina”, responsável por várias publicações relacionadas à eleição da Cerbranorte, procurou a reportagem da Folha para contar a sua versão sobre o caso que aconteceu em uma igreja evangélica, na Rua Teodoro Bernardo Schlickmann, em Braço do Norte, no dia 19 de fevereiro, durante a realização de um culto. Na ocasião, com um cajado em mãos, Alexssander foi acusado de ter invadido o local e feito ameaças, e foi detido pela Polícia Militar.

Conforme Alexssander em nenhum momento ele invadiu a igreja. Ele garante que ficou 11 dias preso injustamente. “Um dia antes de ir na igreja, eu estive na Câmara de Vereadores, com o mesmo cajado, com a mesma bíblia, e lá ninguém me espancou, pelo contrário, me ouviram, e sai de lá numa boa, sem ninguém ter me afrontado, ou falado que eu invadi alguma coisa”, conta o braçonortense que lamenta ter sido agredido tanto pelos irmãos como pela polícia. “Eu já frequento a Assembleia de Deus há quase 25 anos, e em nenhum momento eu invadi a igreja, eu entrei lá 18h50min para pregar a palavra. Mas infelizmente ali dentro tinham várias pessoas que se venderam, se corromperam, e que não deveriam nem estar ali. Eu quero deixar bem claro, eu não invadi nem com arma e nem com faca a igreja, eu fui apenas para desmascarar pessoas mentirosas, essas que me prenderam, quebraram a minha costela, deslocaram a minha clavícula e a minha coluna. Os que me prenderam, não foram os irmãos da igreja, e sim os vendidos da igreja”.
Alexssander recorda que a agressão começou assim que levantou do banco. “Simplesmente me levantei e bati o meu cajado no chão, não fui na igreja para agredir ninguém, apenas fui para pregar a palavra e desmascarar os mentirosos que ainda estão lá dentro, assim como tem na cooperativa também. Eu como candidato sem dinheiro, acabei mexendo com gente que tem dinheiro e sem nenhum pudor”.
O braçonortense afirma que em nenhum momento reagiu, que apenas tentou se defender dos tiros de borrachas. “A polícia começou a atirar, então me escondi atrás de um irmão, e já falaram que eu dei um mata leão nele, mas em nenhum momento fiz isso, até porque se eu tivesse feito isso, o irmão não estaria de pé. Só quero deixar bem claro, que eu não agredi e não invadi a igreja”, garante Alexssander que pediu ainda, que constasse nessa reportagem que estavam presentes na igreja, Toninho e Nelo, candidatos a eleição da Cerbranorte, e que eles estariam também na porta da delegacia.


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