Edição 11/09/18

Um governo que governe

O atentado ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi a pior coisa que poderia ter ocorrido nesta campanha eleitoral. Pior mesmo que a vitória daquele que você leitor possa considerar o seu adversário, independente de quem seja o seu preferido. Pois tudo que não precisamos neste momento é de uma campanha que desande para a violência. O ataque a Bolsonaro é injustificável, da mesma forma que será injustificável qualquer revide violento a qualquer um dos outros doze candidatos.

O que eleitor e cidadão brasileiro precisa entender é que o resultado das urnas deve ser soberano e quem vencer as eleições precisará governar. Essa guerra do ‘nós contra eles’, do ‘eles contra a gente’ precisa acabar. Os últimos quatro já nos mostraram como isso acaba. O próximo governo também não pode ficar refém de um congresso fisiologista e corrupto.

A grave crise econômica que atravessamos é a consequência da crise política que estamos atolados. Por mais ódio que se possa ter de um político ou partido, a crise é culpa de toda a classe política que vem usurpando os cofres públicos nas últimas décadas.

A instabilidade política precisa ser contornada para voltarmos a ter estabilidade econômica. Entre as causas da nossa crise está a falta de confiança. Ninguém gasta pois não sabe se terá emprego ali na frente. Quem já perdeu não sabe quando voltará a ter renda fixa. Ninguém contrata, pois não há movimento que garanta a demanda. Ninguém investe, pois não sabe se vai ter retorno. Caímos num circulo vicioso, cujo principal remédio é a estabilidade.

E definitivamente, rejeitar novamente o resultado das urnas ou apelar para a violência não é o caminho para isso.

 

O quadrado de cada um

De acordo com o site politize.com.br, a função de um senador é propor novas leis, normas e alterações na Constituição. Além disso o Senado é uma câmara revisora, já que tem a prerrogativa de avaliar e rever as propostas e projetos que já foram votados na Câmara dos Deputados. Já os deputados têm como principal função legislar e fiscalizar. No Brasil os parlamentares também indicam emendas ao orçamento que é executado pelo Executivo (presidente). Ou seja não se engane com as promessas de obras feitas por candidatos a esses cargos. A decisão sobre isso não cabe a eles.

 

Amurel e seus candidatos

A lista de candidatos com domicílio eleitoral no Sul do Estado cresceu vertiginosamente na última semana chegando a 84 nomes. Na Amurel, entre candidatos a governador, senador, suplente de senador, deputado federal e estadual chegamos a 34 nomes. Na participação feminina temos uma candidata a deputada federal e oito candidatas a deputada estadual. Infelizmente muitas emprestam o nome apenas para cumprir as cotas, ou o que justificaria o MDB ter duas candidatas em Laguna e o PSB ter dois nomes em Imbituba? Confira a lista completa em www.rafaelmatos.com.br

Rio Tubarão

Há TRINTA e CINCO anos, NOVE meses, TRÊS semanas e DOIS dias esperamos por novas obras de dragagem no Rio Tubarão.

 


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